 |
Artigo publicado em: 11/06/2010 | | LIMITES: GERENCIAMENTO NO CONTEXTO ESCOLAR | |
| A falta de limite na educação tornou-se um problema alarmante em razão da dificuldade que alguns pais ou responsáveis encontram em dizer não. Sugerindo com esta atitude um possível temor em fragilizar a relação afetiva com os filhos. A escola também tem um papel de caminhar dando continuidade ao cumprimento de regras e limites para a formação da criança. Pais e escola podem caminhar juntos, tendo o mesmo objetivo: a formação e o desenvolvimento da criança. É importante que pais e escola possam colocar em prática os itens que seguem: · Fazer o aluno compreender que seus direitos acabam onde começa os direitos dos outros; · Dizer SIM sempre que possível e NÃO sempre que necessário; · Dizer NÃO quando houver uma razão concreta e explicar o porquê do NÃO quando necessário; · Ensinar a tolerar as frustrações; · Evitar que o aluno pense que todos devem satisfazer os seus desejos; · Discernir o que é uma necessidade e o que é apenas desejo; · Dar o exemplo; CONSEQUENCIAS DA FALTA DE LIMITES: · Desinteresse pelos outros; · Falta de concentração; · Falta de capacidade de suportar qualquer mínima dificuldade; · Falta de persistência; · Desrespeito pelo outro: colega, irmão, familiares, pais, professores. COMO NÃO PERDER O MANEJO NO GERENCIAMENTO DOS LIMITES · Manter o manejo: o professor deve ser mais forte que o aluno; · Tentar resolver em sala de aula – em último caso solicitar ajuda; · Não se igualar ao aluno ( comportamento ); · Modificar o planejamento – Nem toda a turma tem o mesmo interesse; · Cumpra o que disse; · Seja coerente na sua fala; · O aluno adolescente precisa de contenção, comportamento perturbador é um pedido de socorro. DIZER NÃO AO ALUNO É UM ATO DE AMOR E RESPEITO CONSIGO PRÓPRIO E COM O OUTRO · Dar limites não é ser autoritário: ao ouvir falar em limites muita gente interpreta logo como licença para exercer uma postura autoritária, de controle total ou de violência. · AUTORITÁRIO: é aquele que exerce o poder utilizando apenas seu ponto de vista, a força física ou o poder que lhe confere sua posição, não levando em conta o que o outro deseja ou pensa. · TER AUTORIDADE: é ouvir e respeitar seu filho, agindo algumas vezes, de forma mais dura do que gostaria, mas sempre com o objetivo de colocar limite para o seu bem. Precisamos resgatar, o quanto antes, o verdadeiro conceito de limite, pois alguns pais ( e outros adultos e a sociedade) de hoje demonstram certa dificuldade para entender e gerenciar o seu significado. O amor de um pai para com seu filho deve ser incondicional, mas deve ser um amor com limites. Vale lembrar que o não é tanto ou mais importante que o sim. Dizemos não àqueles que amamos! Psicólogos Gabriela Pacheco – CRP 07/11684 | |
|
| | |
|
|
|
|
|
» (51) 3333-2430 |
» (51) 3321-3215 |
» Rua João Abott, 482 - Petrópolis - Porto Alegre/RS - 90460-150 |
» CRPJ 07/0124 |
|
|
|
|
|